sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Evolução do Conceito e dos Atores

Depois da década de 60 o paradigma criado pelos seres humanos, de que os recursos oferecidos pelo nosso planeta eram infinitos começou a ser posto a prova. O capitalismo já estava entrando em soberania, e o número crescente de empresas e seus processos produtivos começaram a fazer efeito ao globo.
Com devido crescimento, o número de acontecimentos contra a natureza foi aumentando. Desse tempo para cá, ocorreram fatos que causaram um dramático crescimento da conscientização ambiental. O mais conhecido deles, o acidente nuclear de Chernobyl, onde uma cidade inteira necessitou ser exilada do globo, devido ao vazamento de uma usina nuclear.
Após a década de 80, principalmente na Europa, a consciência dos danos causados pelo ser humano no seu cotidiano passou a ser evoluída. Os cidadãos passaram a se importar mais com os danos que causavam ao meio ambiente em conseqüência da visível amplitude que cresciam o número de empresas e seus processos. Tais danos passaram a ser substancialmente reduzidos, devido à práticas ecologicamente corretas pelos cidadãos. Antes disso, a gestão ambiental era vista como uma questão pouco importante e que dava a impressão de perda monetária, chegavam a dizer que diminuía a competitividade da empresa.
A globalização se alastra devido ao baixo preço das commodities e a economia global se aquece. Com o aumento da competitividade, cada detalhe passa a ser importante, os insumos já não eram os únicos a terem os olhares dos gestores. Com a diminuição das margens afetadas pela globalização, os gestores passaram a se atentar por fatores que poderiam deixá-los mais competitivos e que ao mesmo tempo fossem ecologicamente corretos. Foram desenvolvidos programas de reciclagem, economia de energia, logística reversa, reaproveitamento de resíduos previamente utilizados e outros.
Tendo em vista que, diversos movimentos foram criados entre as décadas  de 70 e 90. Já se podia perceber a preocupação global referente aos efeitos causados pelos homens. Foram criados diversas normas, instituições e movimentos, como, por exemplo:
- Criação da Agência de Proteção Ambiental nos Estados Unidos.
-Criação das seguintes leis do Ar Limpo, da Água Limpa e de Substancias Tóxicas.
- Criação do movimento Earth First!

O paradigma começava a ser quebrado, no dia 3 de junho de 1992 se iniciava a maior reunião planetária sobre o meio ambiente e desenvolvimento econômico, a ECO-92, que teve como localização na cidade do Rio de Janeiro. Pela primeira vez, se reuniam para conversar sobre o futuro do planeta terra.
Os cidadãos já se importavam com os efeitos causados pelos seres humanos no planeta. E os produtos sócios ambientalmente responsáveis passaram a ter preferência nas prateleiras dos supermercados.

Água é mais mal aproveitada do que escassa, avaliam cientistas

As bacias hidrográficas do mundo têm água suficiente para permitir que a produção de alimento seja dobrada nas próximas décadas de forma sustentável, afirmam cientistas em duas edições especiais da revista "Water International", divulgadas por ocasião do 14° Congresso Mundial da Água, que acontece até quinta-feira (29), em Recife.

Análise feita pela rede de cientistas Challenge Program on Water and Food (CPWF) mostra que a aparente falta de recursos hídricos em algumas regiões do mundo não tem a ver com uma escassez de água nos rios, mas com seu uso ineficiente.

Comunicado do grupo científico aponta que, em especial na África subsaariana, o uso de águas pluviais poderia ser muito maior, de modo a até triplicar a produção de alimentos na região.

Em outras partes do mundo em desenvolvimento foram identificadas lavouras de baixa produtividade nas bacias do Ganges e do Indo, por exemplo, um quarto das plantações de arroz estão produzindo apenas metade do que poderiam.



Fonte: (Globo Natureza), http://noticias.ambientebrasil.com.br/

Metodologia de Checkland

A metodologia de Checkland se baseia na idéia de que haja sistemas tanto de análise quanto de solução de problemas reais. Em busca de fazer as modificações necessárias se baseando no modelo que a organização se encontra hoje(Modelo Real) e o modelo no qual a organização deseja estar(Modelo Conceitual). A diferença é que ela trata os problemas da organização de maneiras separadas, individualizando-os. Sua metodologia, para a solução de problemas reais é composta por sete passos:
- Análise da situação do problema
- Definição da raiz do sistema relevante
- Conceitualização
- Comparação e definição de possíveis mudanças
- Seleção das mudanças
- Projeto e implementação
- Avaliação
Sua metodologia consiste na percepção de uma situação mal estruturada, nelas são levantadas suas deficiências para que se possa, de alguma maneira, chegar à um modelo ideal, conceitual.
Dessa maneira, as empresas que necessitam mudança, podem, de alguma forma, identificar seus defeitos, e posteriormente, traçar sua solução como meta.
 Muitas vezes as empresas de alguma maneira, buscam melhorar, tapar buracos. Sendo que há necessidade da identificação desses “furos”, e essa metodologia, faz com que essas empresas consigam buscá-los, e com a individualização de tais problemas, consigam tratá-los de maneira geral.
Fonte: www.scielo.br/pdf/gp/v13n3/04.pdf

Sacolas plásticas podem ser vantajosas

Um estudo elaborado pela Fundação Espaço Eco recentemente, conclui que sacolas descartáveis podem ser ecologicamente vantajosas em determinadas situações. A análise foi feita com oito diferentes tipos de sacolas. Das plásticas tradicionais às fabricadas com o chamado plástico verde – produzido com cana-de-açúcar –  e as oxi-biodegradáveis, todas descartáveis, até as de pano e de plástico duráveis, as de TNT (tecido não tecido) e de papel.
Uma das conclusões do estudo é a de que as sacolas descartáveis são mais ecoeficientes em relação às duráveis quando usadas por consumidores que vão ao supermercado apenas uma ou duas vezes por semana.
Diz o estudo que para quem faz compras mais de três vezes por semana as duráveis são a melhor opção, a não ser que esses consumidores utilizem as descartáveis para colocar o lixo na rua também três vezes por semana.
Diga-se de passagem que o conceito de ecoeficiência – palavra ainda ausente dos dicionários, mas criada para classificar produtos com maior valor agregado de utilidade e menor impacto socioambiental – é relativo e questionável. Depende do resultado que se quer alcançar. Na minha modesta opinião, daqui para frente, o que é supérfluo e descartável é antiecológico.
Por isso não vejo ecoeficiência em produtos feitos para virar lixo em poucos minutos, a menos que sejam extremamente úteis, como material hospitalar, por exemplo. E sacolas distribuídas gratuitamente a torto e a direito no comércio, além de desperdiçar recursos naturais são também o combustível de um desastre ambiental já em andamento nas ruas das cidades e principalmente nos oceanos, com as toneladas de saquinhos plásticos invadindo cada vez mais as águas.
Contra esse fato não há argumento plausível de ecoeficiência. Governantes de vários países sabem disso e estão agindo. Basta ver outro estudo, chamado “A sacola plástica na América Latina e no mundo”, publicado no site da Associação Latinoamericana de Supermercados (Alas).
O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Mattar, fez o resumo da ópera em uma declaração à Agência Estado, quando falou das sacolas descartáveis: “Não dá para gastar água, energia e matérias-primas em um produto que depois será jogado no lixo. Esses recursos são limitados e o ideal é investir em bens mais duráveis”.
Na pior das hipóteses, cobrar pelas sacolas descartáveis é uma forma de fazer o consumidor pensar nisso antes de gastar dinheiro com elas. Porque infelizmente, para nós seres humanos, o que vem de graça não tem valor. Nem bons conselhos.
Fonte: Planeta Sustentável

ISO 14000

No início da década de 90, o mundo e principalmente as organizações ambientais passaram a perceber os efeitos dos seres humanos sobre a natureza. Percebendo isso, a ISO passou a regulamentar também na parte de questões ambientais. Seu objetivo é padronizar ações de empresas que utilizem recursos tirados da natureza ou de empresas que causem de alguma forma, algum tipo de dano à natureza.  Agora vem a pergunta, como uma empresa faz para aderir e conseguir o selo da ISO 14000? É necessário que ela atenda as seguintes exigências:
1 – Política ambiental
2 – Aspectos ambientais
3 – Exigências legais
4 – Objetivos e metas
5 – Programa de gestão ambiental
6 – Estrutura organizacional e responsabilidade
7 – Conscientização e treinamento
8 – Comunicação
9 – Documentação do Sistema de Gestão Ambiental
10 – Controle de documentos
11 – Controle operacional
12 – Situações de emergência
13 – Monitoramento e avaliação
14 – Não conformidade, ações corretivas e ações preventivas
15 – Registros
16 – Auditoria do Sistema da Gestão Ambiental
17 – Análise crítica do Sistema de Gestão Ambiental (SGA)
A obtenção da certificação ISO 14000 faz com que as empresas possuam uma certa vantagem competitiva diante seus concorrentes que não possuem. Tendo em vista que, a cada dia a população está cada vez mais consciente com os danos afetados ao planeta. Sendo assim, vem crescendo cada vez mais a procura por produtos sócio-ambientalmente responsáveis nas prateleiras dos supermercados. Então podemos afirmar que, além do benefício ecológico, tais práticas podem também trazer benefícios financeiros à empresa que desenvolveu tal sistema.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO_14000, http://www.isoonline.com.br/

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Introdução e apresentações


Olá bloggeiros, bem vindos ao blog Green Valley Fdn, criado por 2 alunos do curso de Administração da Unifor - Universidade de Fortaleza, com auxílio do professor João Batista Vianey. Este blog foi criado para mostrar iniciativas corporativas, empresariais e pessoais sobre Gestão Ambiental e Sustentabilidades. Aqui poderemos conhecer mais sobre o trabalho destas organizações para que o o impacto causado no meio ambiente seja cada vez menor e também como podemos ajudar cada vez mais para a preservação da natureza e do nosso planeta.